quarta-feira, 14 de março de 2012

AS VERSÕES PROIBIDAS DO CHICO BUARQUE

Chico Buarque de Hollanda hoje é um celebrado menestrel, mas no passado sua obra foi duramente fustigada pela ditadura militar. Ele era tão carimbado pela censura que, para conseguir gravar alguma coisa, inventou um pseudônimo, Julinho da Adelaide. Aqui, uma pequena coletânea das versões originais censuradas: 

Vence na vida quem diz sim. Música da peça Calabar, o elogio da traição, de 1972.



Tanto Mar. Elegia à Revolução dos Cravos, que derrubou a ditadura salazarista em Portugal em 1974.  


Cálice
Referência à tortura, particularmente à morte do militante Stuart Angel Jones, assassinado em 1972.
Um trecho do show PHONO 73 realizado no Anhembi, em São Paulo. A música Cálice foi considerada subversiva pelos orgãos da ditadura militar, por isso mesmo sendo cantada com a letra modificada, o microfone do Chico Buarque foi desligado.



Apesar de Você, 1971



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