
Christina Aguilera/Not Myself Tonight
Lady Gaga/Alejandro
Houve quem classificasse o clip da Lady Gaga de "estética fascista", invocando o texto "fascinante fascismo", de Susan Sontag. Francamente...
Trata-se de um blog despretensioso de um jornalista dublê de sociólogo que deixou as grandes redações depois de ter acumulado décadas de experiência e, em função disso, acredita que tenha algo a transmitir a eventuais leitores... além de, claro, cumprir o dever de ofício de ajudar a "desafinar o coro dos contentes", como dizia Torquato Neto, e de "consolar os aflitos e afligir os consolados", como pregava Joseph Pulitzer.
Varsóvia teve início em 1º de agosto de 1944, organizado pela r
esistência polonesa contra a ocupação nazista da Polônia. Quando a rebelião se iniciou, as tropas do Exército soviético estavam no lado leste do rio Vístula, que corta a cidade. Mas os russos detiveram seu avanço avassalador, porque o movimento de resistência que organizou a rebelião não era comunista e o ditador Josef Stálin tinha planos de fazer da Polônia um satélite soviético. Durante 63 dias, a resistência travou encarniçados combates contra os nazistas até ser derrotada. Pelo menos 16 mil guerrilheiros morreram em combate e 150 mil civis fo
ram massacra
dos pelos alemães, enquanto 25% dos edifícios de Varsóvia foram destruídos nos combates urbanos. Um ano antes, os nazistas já tinham reprimido violentamente a rebelião do Gueto de Varsóvia. Em 1945, no fim da guerra, 90% da cidade tinha sido destruída.
Netanyahu-Avigdor Lieberman não conhece outro modo de respo
nder à realidade na Palestina e em Israel. Só conhece, como recurso, a força bruta, para impor o que bem entendam; e operam descomunal máquina de propaganda, que descreve a força bruta como legítima defesa, ao mesmo tempo em que demoniza os gazenses semimortos de fome, e chama de ‘terroristas’ os que correm em socorro deles. Esse é o único curso possível para aqueles políticos. O inenarrável sofrimento, o custo em vidas humanas, não é problema de Israel. Tampouco é problema de Israel que a opinião pública universal a condene.
s e diálogo continuado com a elite política israelense produzirão nova realidade em campo. O discurso oficial no Ocidente pressupõe que haja solução à vista e alcançável, se todos os lados se reunirem em torno de um esforço final rumo à Solução dos Dois Estados.
el com vistas a dois Estados, seria preciso transformar fundamentalmente a mentalidade oficial e pública dos israelenses. Aquela mentalidade é a principal barreira a qualquer reconciliação pacífica nas dilaceradas terras de Israel e Palestina”
m manifesto e não quero nada, eu digo portanto certas coisas e sou
por princípio contra manifestos (...). Eu redijo este manifesto para mostrar que é possível fazer as ações opostas simultaneamente, numa única fresca respiração; sou contra a ação pela contínua contradição, pela afirmação também, eu não sou nem para nem contra e não explico por que odeio o bom-senso” (Tristan Tzara)

brilh
antes líderes políticos franceses de todos os tempos. Conhecido como “o Tigre”, destacou-se tanto na oposição quanto no poder. Foi primeiro-ministro da França duas vezes (1906-1909 e 1917-1920); no último período, liderou a França na vitória na Primeira Guerra Mundial. Tenazmente anticlerical e crítico do militarismo, Clemenceau formulou o que talvez sejam as melhores definições sobre a guerra e seus operadores: “Fazer a guerra é de longe mais fácil do que fazer a paz” e “A guerra é uma coisa demasiada grave para ser confiada aos militares”.
comentarista Giles Lapouge, talvez isso se deva ao aumento da influência dos religiosos sobre o Exército de Israel – que sempre se orgulhou de suas tradições liberais, como a incorporação de mulheres e gays em suas fileiras. Segundo o jornal Haaretz, em 1990 apenas 2% dos oficiais militares israelenses eram religiosos; hoje eles são 30%. “Na brigada Golani, seis dos sete coroneis são religiosos. Na brigada Kfir, especializada em ações antiterroristas na Cisjordânia, sete tenente-coroneis usam a kipá”, diz Lapouge. Há 20 anos, os oficiais do Exército vinham da esquerda (trabalhista) e dos kibutzim; hoje eles vêm de colônias ultranacionalistas. “E o Haaretz explica que, nestas colônias selvagens instaladas ilegalmente, os militares fornecem uma ajuda tácita aos colonos extremistas que residem ali”, conclui Lapouge.
elhor crítica à ação criminosa de Israel, cujo ataque a flotilha internaciona
l que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza provocou a morte de pelo menos dez civis desarmados, tenha vindo de um israelense, o jornalista e ex-deputado Uri Avnery, do Gush Shalom (Bloco da Paz): "Só um governo que já tenha perdido toda a capacidade de se autoconter e toda a conexação com a realidade comete tal crime. Atirar contra ativistas pacifistas, agentes de obra de auxílio humanitário, de várias nacionalidades, tomá-los como inimigos e enviar força militar massiva, em águas internacionais, atirar para matar, é inconcebível. Ninguém no mundo acreditará nas desculpas e mentiras do governo de Israel e dos porta-vozes do Exército. Hoje é dia de desgraça para o Estado de Israel. Dia de ansiedade, em que os isralenses descobrimos que nosso futuro está entregue a um bando de alucinados, todos de armas engatilhadas, atirando sem qualquer senso de responsabilidade [...]